
Agora o Serendipitia está em uma nova fase, pois está hospedado em um servidor pago e com um domínio próprio! É isso aí! Acesse:

Agora o Serendipitia está em uma nova fase, pois está hospedado em um servidor pago e com um domínio próprio! É isso aí! Acesse:
Ok, imaginem os bipes. Não deve demorar muito tempo para ocorrer uma mudança por aqui, que devia ter acontecido há cerca de um mês atrás, mas que está vindo! Sou brasileiro, não sou?
E é engraçado, pois quando eu venho aqui escrever um rápido post para anunciar a mudança, me deparo com a seguinte mensagem no meu dashboard:
Maintenance notice: We’re doing some maintenance on your database and your dashboard will be temporarily unavailable in 4 horas.
É, o finalzinho tá glitcheado mesmo. O sistema de tradução do WordPress.com é feito por usuários voluntários, e eles não traduzem tudo não. Fica tudo meio Português e meio English… Portunglish? É, acho que só Portunhol fica legal mesmo…
De qualquer forma, para aqueles que não sacam muito (ou talvez nada) de inglês, eles estão dizendo que estão fazendo manutenção no meu banco de dados, e que por isso meu Dashboard (entenda por painel de controle) vai estar indisponível dentro de quatro horas. Ou seja, mudanças internas são impedidas.
Para evitar mais delongas, eu apenas digo que eu provavelmente nem vou precisar do Dashboard mesmo… mas ainda assim as novidades virão!
P.S.: É, eu não sou muito bom em deixar mistérios… ã… misteriosos, não.
As minhas palavras são dispensáveis neste post e, portanto, vamos logo ao que interessa! Em uma das minhas andanças que faço pelo Orkut, mais para ter o que (não) fazer do que para qualquer fim útil, deparei-me com o mais novo cúmulo da burrice. Sugiro que segure-se, pois aí vai:
A inteligência desse rapaz é inconcebível. Ouso compará-la àquela das portas! E que elas não se ofendam…
Coincidência ou não, desde que o Google anunciou a compra do YouTube, este começou a me irritar um pouco. De tempo em tempo aparecem umas mudanças no visual, mas tudo indica que ele não é a única coisa sob constante reforma. Estão brincando com os códigos também, e parece que fizeram uma bagunça com ele.
Quando eu vejo um vídeo legal, eu costumo (ou costumava) favoritá-lo com o sistema interno do Tube, para vê-lo quando der na telha. Acontece que há uns dias eu clicava no ‘Save to favorites’ e a função não dava nem sinal de vida, deixando vídeos que eu gostei perdidos por aí. Só que aí, no dia seguinte, lá estava o vídeo na minha lista, horas atrasado. O tráfego deve estar pesado, eu pensava… e tudo ficava bem.
Mas ontem, quando fui para a minha dose diária de YouTube, onde estavam meus favoritos?! Se antes eu tinha 204 deles, agora eu não tenho nem a metade. Foram simplesmente apagados, sumiram no espaço. Influência do Google? Não sei! Só sei que os quero de volta!!

Tenha dois ou mais equipamentos que servem para o mesmo fim por diferentes meios que terá aí uma guerra. É assim no setor automobilístico, de telefonia móvel, de eletrodomésticos e, é claro, no famigerado setor dos videogames.
Antes era o Atari, com nenhuma concorrência e jogos simples o suficiente para serem aproveitados por qualquer pessoa. Mas então, quando o sinal de lucro apareceu nesse novo meio, novas empresas surgiram para tentar dominar o mercado recém-criado. E foi dessa corrida pelas verdinhas que surgiram três companhias de sucesso, responsáveis pela mais nova guerra que se aproxima. Falo da Nintendo, a mais experiente e inovadora corporação gamística, que está prestes a lançar seu quinto console; falo da Microsoft, gigante da computação que não muito tempo atrás foi parar nesse barco, e, claro, também falo da Sony, que lançou hoje o seu terceiro console, após duas gerações de vitórias.
Toda nova leva de videogames lançada por essas empresas – o que ocorre sempre em uma média de cinco em cinco anos – é chamada de nova geração. A geração passada foi aquela constituída pelo PlayStation 2 (Sony), Xbox (Microsoft) e GameCube (Nintendo), da qual a Sony saiu vitoriosa.
Agora a nova geração vem à tona, e dessa vez foi a Microsoft quem saiu na frente. O Xbox 360, sucessor da caixa preta que foi um fracasso no Japão, foi lançado no natal passado e, sendo o único console da nova geração disponível no mercado (até hoje), já vem construindo tanto uma larga biblioteca de jogos como também uma boa base de consumidores. Os pontos fortes do 360 são: a) a quantidade de polígonos que pode gerar e conseqüente qualidade gráfica melhorada e b) as funcionalidades online disponíveis – a Xbox Live, rede virtual do videogame, permite que os usuários se comuniquem instantaneamente, baixem vídeos, versões demo de jogos, jogos de fliperama etc.
Mas agora o Xbox não é a única escolha, pois nessa sexta-feira mais um combatente adentrou o cenário da guerra, deixando-a muito próxima do início. O nada discreto PS3, que se edifica sobre a fama do nome mundialmente conhecido, foi solto no mundo ocidental hoje, após ansiosa espera. À porta de muitas lojas estadunidenses, sony-fanáticos ficaram numa fila por duas noites, esperando sair do acampamento urbano no dia 17 com a grande caixa do videogame debaixo dos braços, levar para casa e… dormir confortavelmente após exaustiva (e dispendiosa) contagem regressiva.
O mais novo membro da família PlayStation é capaz de ler a novíssima (e cara em igual intensidade) mídia Blu-ray, que pode armazenar o dobro de dados que um DVD de duas camadas pode e, consequentemente, ajudar na criação de gráficos foto-realistas. Conforme se alega, o PS3 é o videogame mais potente de todos os tempos, renderizando gráficos em 1080p, para deleito dos nossos olhos. No entanto, alguns especialistas confirmam que o PS3 só é capaz de adequadamente rodar jogos em até 1080i, que não é muito diferente da capacidade do Xbox 360. Ainda que a definição deste seja de 720p, o resultado final dos dois, na tela, não é muito diferente.
Mas, como dizia o Ben, um grande poder trás uma grande responsabilidade. O PS3 pode ser encontrado em duas versões: uma de US$499 e outra de US$599. De um jeito ou de outro, é o maior preço de todos os tempos já atribuído a um console doméstico!
Agora, para que a guerra esteja oficialmente começada, falta ainda uma última carta ser colocada: a da Nintendo. O seu novo console de nome estranho – o Nintendo Wii – irá tomar as prateleiras das lojas norte-americanas já nesse domingo, dia 19 de novembro.
Para que não fiquem dúvidas, a minha escolha definitivamente será o Wii!
Parece que, de fato, o sistema público de observação mundial do Google (mais conhecido como Google Earth) tem utilidade. Enquanto você gasta o seu tempo procurando mulheres flagradas em seus banhos de sol por um satélite ganhador de troféus cata-piolho, tem gente por aí que pode muito bem estar analisando a piscina da sua casa. É, acabei de ver em um dos jornais da Globo.
Há pessoas insensíveis que compram casas luxuosas para deixá-las para sempre trancadas e completamente desabitadas… a não ser por hóspedes indesejáveis que assolam a vizinhança. A questão é que, enquanto eu luto para convencer meu avô a fazer uma piscina aqui em casa para combater o calor de 47° C daqui de Cuiabá, magnatas brasileiros não só compram como também “condicionam” piscinas para o aedes aegypti viver feliz para sempre.
Em virtude desse foco problemático, as autoridades competentes viram a salvação nas imagens de satélite providas pelo Google Earth. Através dele vasculham as nossas cidades, identificam as casas abandonadas descobertas pelos ‘perambuladores’ do saneamento básico e vêem se há nelas vestígios de piscina. Aí então, comprovada a ameaça, a Justiça cede aos agentes o direito de entrar nas propriedades hospedeiras e mandar os hospedados para o espaço.
Mais que um inutilitário para desocupados, o Google Earth tornou-se uma ferramenta filantrópica!
“Nos dias atuais, um grupo aparentemente randômico de indivíduos surgiu com o que apenas pode ser descrito como habilidades ‘especiais’.
Ainda que inconscientes disso agora, estes indivíduos irão não somente salvar o mundo, mas também mudá-lo para sempre. Esta transformação do ordinário para o extraordinário não irá ocorrer da noite para o dia. Toda história tem um começo.
O Volume Um desse épico conto começa aqui…”
É assim que começa uma nova série que, apesar de edificar-se sobre aquele velho arquétipo de história de super-heróis e sobre a nossa suscetibilidade à tais contos, consegue chamar atenção à sua própria maneira. É assim que começa Heroes, série promissora que ainda está nos primeiros episódios de sua temporada de estréia e já vem ganhando uma legião de fãs e aparições em revistas especializadas.

O mais novo hit da NBC te enche de perguntas já no primeiro episódio, enquanto superficialmente apresenta os seus personagens: um geneticista seguindo as pesquisas esotéricas do pai, no rastro do próximo passo da evolução humana, um enfermeiro que acredita que pode voar, uma stripper com um misterioso e maligno alter ego, um artista que pinta o futuro quando está drogado, um japonês capaz de alterar o continuum tempo e espaço, uma líder de torcida que pode se regenerar e um policial que ouve os pensamentos alheios. Enquanto eles descobrem suas incríveis capacidades, um homem misterioso vai emergindo em suas vidas, escalando anti-heróis. em suas mais vis atrocidades… dignas de um grande vilão.
Com um clima de suspense, apresentação/aprofundamento gradual de personagens à la Lost e poderes estimulantes à la Smallville, temos aí uma combinação capaz de levar uma série às alturas. E isso está funcionando, pois Heroes, com 14,9 milhões de espectadores, alcançou o 15º lugar em audiência televisiva nos Estados Unidos semana passada, ficando atrás de Lost (10º lugar), mas muito à frente de Smallville (77º) e The O.C. (98º).
Parte do sucesso alcançado in no time é devido a algumas inovações que a NBC trouxe, como a graphic novel (revista em quadrinhos) virtual publicada paralelamente com os episódios originais, que trazem mais informações acerca dos personagens e acontecimentos. As edições são publicadas em PDF e podem ser conferidas no heróico site.
Para acrescentar ainda mais no fator interação, os fãs podem conseguir ainda mais informações pela internet diretamente com os personagens. A Claire (a indestrutível líder de torcida) ganhou um perfil no MySpace e o carismático Hiro Nakamura (senhor do tempo e espaço) agora bloga para o mundo real com o auxílio de um poderoso tradutor online, já que ele só fala japonês. E, por falar em Hiro, ele por si só já ajuda na popularidade da série, uma vez que seu jeito feliz e “engrish” de ser cativou muitos espectadores que agora gritam “Yattaaaaaa!” ao invés de “Conseguiii!” e pedem por waffles nas cafeterias que frequentam. Ah, e claro, não perdem uma aparição do Super Hiro!
A série está no sétimo episódio, e o prime time acontece toda segunda-feira na NBC. Você pode assistir por TV via satélite e, claro, pode encontrar os episódios no ‘lado negro’ da internet: torrents. Mas episódios completos em menores resoluções podem ser encontrados no próprio site oficial para assistir sem pagar nada!
Certamente ouviremos muito mais sobre a série por aí, já que dizem que Heroes é o novo Lost. É esperar para ver!